É a nossa geralmente aceita definição de vida que está errada.

Um sapo e andromeda funcionam sob os mesmos principios.

Presidente

Uma pessoa que queira ser presidente de um país, já está na lista dos que não deveríam se-lo.

Ouvi na rua.

… e o cara rouba um montão de dinheiro na lavajato e ainda ganha delação premiada!

Conselho

Em 2009, dei um conselho em um dos meus editoriais… Sete anos depois, ainda me parece cair como uma luva:

Em caso de crise, não quebre o vidro , somente saque a rolha.

Pisco, tequila e Mescal.

O Chile, grande produtor de vinhos tem um sua carta nacional de bebidas o pisco. Os peruanos dizem que a denominação “pisco” tal como uma D.O. (denominação de origem), somente pode ser utilizada para essa bebida quando fabricada lá no Peru. Já os chilenos consideram esse nome como um genérico, algo como rum, por exemplo.

O fato é que ambos os países produzem o pisco. Nas rodinhas de bar, acontece de o pisco causar alguma discussão: é de milho, é de cacto, é de uva? O pisco é de uva e parece-se com o que os italianos chamam de grapa (em italiano “grappa”, também existindo a variação, em português, graspa”), os portugueses, de bagaceira, e os espanhóis (mais precisamente, os galegos), de orujo (termo sem correspondente em português).

A bebida corresponde feita de milho é a chicha (também feita com mandioca, mel e água), bebida andina cuja produção é um pouco curiosa, já que garotas mascam milho e cospem-no num recipiente onde a massa assim obtida fermentará. Também existem receitas menos costumbristas para alivio de quem tem curiosidade de prová-lo.

A bebida feita de cacto é a mexicana tequila, dum cacto chamado agave (justamente o cultivo na região de Tequila, no México), do qual também se faz o mezcal, famoso por ser engarrafado com vermes de uma borboleta, os quais devem ser comidos ao se tomar a bebida. Sinônimo de mezcal é maguey, ainda que maguey pode ser genérico de qualquer bebida feita com o agave , como o pulque, por exemplo, que é feito da seiva do agave, especialmente no México. Outros sinônimos de maguey são pita e cabuya.

Na realidade, o agave é um gênero de vegetais, do qual há dois subgêneros: o Littaea e o Agave. O Littaea é aproveitado, na economia mexicana, para elaborar esteroides: o subgênero Agave é o que presta a produzir bebidas fermentadas, como o pulque, e destiladas, como a tequila e os mezcais.

Desse subgênero Agave, é extraído a água-mel ou hidromel, que é o líquido açucarado utilizado na fabricação do pulque e da tequila.

Enfim, foi só para mudar um pouco de assunto!

Receita de pisco sour

 

Leia também a Revista Sociedade da Mesa!

O tempo

Para quem tem 10 anos de idade, um ano representa 10% da sua vida. Para quem tem 50 representa 2% , ou seja quanto mais rápido passa o tempo, mais rápido passa o tempo.
Contra o passar do tempo não há nada o que fazer. Disse Einstein que não, que o tempo é relativo, mas isso só é verdade a velocidades parecidas à da luz. O problema  de andar a velocidades parecidas à da luz é que em um piscar de olhos estaremos muito muito longe de tudo e de todos. Melhor ficar por aqui e assumir que quem ainda manda na mecânica do nosso dia a dia é Newton e não Einstein.
Não há como escapar do passar do tempo mas sim há como aproveitá-lo melhor.
Minha sugestão: Rodear-se de amigos, beber, comer e dar muitas gargalhadas.

Opinião

Os argumentos da ciência ou mesmo os argumentos do mercado não são suficientes para mudar a opinião da maioria. Na verdade as pessoas não mudam de opinião, elas morrem. As novas gerações crescem sob a luz de um novo conceito e o assimilam. Darwin não convenceu o mundo de que o homem vem dos macacos, Darwin somente convenceu meia dúzia de cientistas. Seus contemporâneos morreram convencidos de que sua teoria era uma bobagem.
Para nós, algumas gerações mais tarde, e à luz não só de sua teoria mas de um punhado de novas informações e descobertas, é muito mais fácil assimilar e aceitar sua teoria.
Tudo isso como introdução para a questão dos chips. Se a tão somente 15 anos disséssemos para a comunidade francesa produtora de vinhos quem em 2008 a França aceitaria os chips ninguém acreditaria e outros diriam que seria o fim dos tempos. Bem,  a França aceitou os chips. Algum problema? Nenhum. Eu prefiro aceitar os argumentos de mercado a morrer.
Em tempo: Ainda falta que isso seja dito nos rótulos.
Para saber mais sobre os chips, leia meu artigo “Chips e Sticks” no blog.
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