Ainda sobre D.O.s

Esse conceito de marca compartida e cooperada, reguladora de produção  tradicional e regional, surge de um processo econômico natural. Ainda que principalmente utilizado para vinhos e produtos alimentícios, observa-se na produção de qualquer coisa: saveiros do Ceará, por exemplo.

O novo muAinda sobre D.O.ndo produtor de vinhos vem resistindo a organizar-se em D.O.s e faz disso um estilo, mas o fenômeno, por ser natural, não é evitável. E, ainda que não haja uma lei específica, que determine o que faz com que um vinho de Mendoza seja de Mendoza, o vinho de Mendoza é o vinho de Mendoza.

Entendendo esse mecanismo, podemos responder com facilidade algumas questões que nos surgem com respeito às D.O.s.:

1ª.) Pode uma pamonha feita em Piracicaba e não acolhida na D.O. Piracicaba ter qualidade superior às pamonhas acolhidas à D.O.? Sim, claro.

2ª.) Pode um produtor de Piracicaba optar por não se acolher na denominação, para ter mais liberdade em sua receita de pamonha? Sim.

3ª.) O fato de um produto estar acolhido em uma D.O. faz dele necessariamente um produto de alta qualidade? Não, mas é garantia de uma produção com padrões regulados, pré-estabelecidos e fiscalizados.

E por aí afora…

Apellation de Origine Contrôllé (AOC) – França

Denominazione di Origine Controllata (DOC) – Itália

Denominacíon de Origen Calificada (DOC) – Espanha

Vinhos de Origem Controlada (DOC) – Portugal

Denominacíon de Origen Calificada (DOC) – Espanha

Vinhos de Origem Controlada (DOC) – Portugal

 

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